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Para que serve o furo na tampa da caneta Bic?
Aquele furinho no topo da tampa não é capricho de fábrica nem alívio de pressão. Ele existe por causa de uma contagem de mortes feita no Reino Unido.
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Para que serve o bolsinho da calça jeans?
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Síndrome de Burnout: existem 142 definições diferentes para o mesmo esgotamento
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Depressão pode “desligar” a fábrica de novos neurônios do cérebro, diz estudo
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Estado de flow: o estado mental responsável pelo sucesso de atletas e artistas
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Por que a gente espirra quando olha para o sol? Tem nome e tem risco
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Dom Pedro mandou dividir o próprio corpo, e o Brasil ficou só com uma metade
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Ela governava o Brasil grávida 5 dias antes do grito da independência
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Você sabia?
Golfinhos fêmeas se lembram dos machos agressivos e evitam fazer sexo com eles
Os golfinhos fêmeas aprenderam um truque e tanto: identificar o macho encrenqueiro pela voz. Uma delas ouve um assobio distante e nada para bem longe na mesma hora, antes mesmo de ver quem se aproxima.
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Para que serve o espaço antes do número zero em uma régua?
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Primeiro fígado e rins de porco são transplantados em humano ao mesmo tempo
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O alho repele mosquito, e ainda age como anticoncepcional natural do inseto
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Todos estavam enganados sobre por que os gatos ronronam
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Plateias desmaiando, ambulância na porta e 8 milhões de brasileiros no cinema. Meio século depois, um número explica por que o clássico de 1973 segue sem rival.
Immanuel Kant transformou a moral em um teste de lógica e aplicou a régua até na cama. A regra que ele criou no século 18 segue viva nos debates de hoje.
Quimicamente, o remédio age em um ou dois dias, mas o alívio leva semanas. Um estudo que quase deu errado encontrou a peça que faltava nesse intervalo.
Sempre achamos que o gato ronrona de propósito, contraindo músculos quando está feliz. Aí oito laringes sozinhas num laboratório, sem nenhum cérebro por perto, fizeram os cientistas duvidarem disso.
Um estudo da UC San Diego com 17 mil adultos achou algo incômodo: pressão alta, diabetes e perda auditiva corroem mais a cognição feminina. Elas já são dois terços dos casos de Alzheimer.
Cientistas testaram 43 frutas e verduras atrás de um afrodisíaco para insetos. Só o alho reagiu, e do jeito oposto: acabando com 100% do acasalamento.
Num estudo com camundongos, o melanoma se espalhou pouco nos jovens, disparou na meia-idade e recuou nos muito velhos. A chave é um tipo de célula de defesa que envelhece junto.
A diferença apareceu em 111 mil pacientes acompanhadas na Filadélfia. Os cientistas ainda não sabem se o remédio é a causa, e um ensaio clínico vai tirar a prova.
Um estudo americano mostrou que ligar e desligar um campo magnético no ritmo certo cria estados da matéria que nenhum material parado consegue ter. O segredo não é o ingrediente, é o compasso.
Um pênis de bronze de 1.800 anos apareceu numa escavação na Inglaterra, quase intacto. Para os romanos, aquilo não era piada: era proteção contra um mal que o brasileiro conhece por outro nome.
Durante meio século, a gema foi a vilã do colesterol e virou sinônimo de risco no café da manhã. Um estudo recente mostrou que o verdadeiro culpado estava em outro lugar do prato.
Esqueça o bebê de asinhas. Nos textos antigos, alguns anjos eram rodas de fogo cobertas de olhos, e davam tanto medo que sempre começavam dizendo “não tenham medo”.
Uma mulher pagou o preço de um carro para clonar a gata que perdeu. O corpo voltou idêntico, mas a ciência mostrou que faltava justamente o que ela mais amava.
Ele é o peixe ósseo mais longo do mundo e vive no porão escuro do oceano. Quando aparece numa praia ensolarada, a lenda diz uma coisa, mas a ciência conta outra bem mais triste.
Uma empresa de Utah afirma ter criado espermatozoide humano do zero, a partir de células-tronco, e gerado embriões com ele. Seria a maior virada contra a infertilidade em décadas, com um porém importante.
A Estação Espacial corre a 28 mil km/h, mas lá dentro ninguém sente nada. Sem velocímetro, sem vento e sem GPS, a resposta vem de três truques de física.
Uma gota cheia de vida caiu no olho de uma cientista da NASA numa caverna e mudou a caça por ETs. Hoje, os melhores lugares para procurar vida fora da Terra ficam embaixo do chão.
Em Pequim, o Lightning fechou os 21 km em 50 minutos e 26 segundos, quase sete minutos abaixo do recorde mundial humano. Um ano antes, o melhor robô levava 2h40 na mesma prova.
Pesquisadores soltaram 105 salmões com implantes de droga num lago da Suécia e rastrearam cada um. Os peixes expostos nadaram quase o dobro, e o motivo já está no seu esgoto.
Um braço do Google DeepMind, premiado com o Nobel, vai levar a humanos as primeiras moléculas desenhadas inteiramente por computador. A promessa é enorme, mas falta um passo decisivo.